porreiro pá ! (arebours) wrote in linguaphiles,
porreiro pá !
arebours
linguaphiles

Is there any Portuguese speaker here who would be willing to correct this little text of mine that I have to turn in tomorrow...? It's really not important, so don't expect a lot... and don't expect it to be too formal, but I figure I should turn something in... and I'd like it to be fairly correct. =/


A preparação para a construção do Real Edifício de Mafra foi iniciada em 1713 pelo arquitecto João Frederico Ludovice, que foi escolhido por D. Joao V para o projecto. Durante o trabalho havia 13 000 operários e nos dois anos finais da construção havia cerca de 30 000. Ludovice fez a direcçao do projecto mas os principais executantes foram os dois italianos Carlos e Antonio Baptista Garvo e o portugues Manuel Antunes Feio. A construção propria de Mafra iniciou-se em 17 de Novembro de 1717 e o convento foi sagrado em 22 de Novembro de 1730. Mas quando o edifício foi sagrado, ainda estava incompleto – só foi concluído após a morte do rei em 1750.

As obras de Mafra ocupam uma superfície de 40 000 m², com dois sectores rectangulares. Num dos sectores estão a igreja, o refeitório, a enfermaria, a sala dos actos, a Capela do Campo-Santo, e a Sala do Capítulo. O outro sector foi construído na última amplição e é o sector mais pequeno. Está neste sector o convento, com celas, oficinas, cozinhas, anexos, e patios, e também estão o jardim central e a biblioteca, com mais de 40 000 livros.

A fachada no sector principal tem 220 metros de comprimento, com a basílica no meio e os torreões aos lados. A fachada da basílica está em cima de uma grande escadaria, com torres aos dois lados e um frontão triangular. A arquitectura do palácio tem influências de S. Pedro de Carlos Maderna na fachada; de Santa Inês de Borromin, nas torres; e dos palácios de Bernini e Fontana, nos blocos laterais. Tem influência das grandes igrejas do Centro da Europa e da arquitectura portuguesa, com torreões que lembram os da Casa da Índia e também são visíveis as influências da igreja de S. Vicente de Fora.

O convento de Mafra representa o reinado de D. Joao V mas é, sobretanto, uma das grandes obras de arte barroca em Portugal e na Europa.
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